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Criado em 29 Fevereiro 2012 Escrito por Administrator
Lançamentos» Categoria: livros
Publicado em 29 Fevereiro 2012 Acessos: 151
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005Saraus, pontos de cultura e instituições recebem lançamentos do romance quetransforma o hip-hop em personagem e conta a história do movimento no país

Após inovar, aventurar-se pelas trilhas do romance com a literatura marginal e transformar o hip-hop num personagem de carne e osso, Toni C. inicia, a partir da próxima quinta-feira (1º de março) uma turnê de lançamentos do livro “O Hip-Hop Está Morto!”. Com o aval dos grandes nomes do hip-hop como Dexter, Mano Brown, Renan Inquérito e Eduardo (Facção Central), o artista multimídia, Toni C., anuncia eventos em todo país, seguidos de saraus, pocket shows, palestras e workshops.


O livro “O Hip-Hop Está Morto!”

 “O que seria da minha vida sem o hip-hop? Nem me atrevo a responder”. É assim que o cantor Dexter resume a obra de Toni C., logo no prefácio. “O Hip-Hop Está Morto!”. Assim, entre aspas, na boca de alguém. Quem? Só lendo para descobrir. A obra, com 156 páginas, assume o desafio de contar a história da cultura popular no Brasil, de maneira romanceada. Com cara e coração, o hip-hop se transforma no personagem e narra a própria história através do alter ego Hian, que leva a estudante Samara que realiza uma pesquisa sobre o movimento, para uma viagem entre fatos, pessoas e elementos que ajudam a construir uma das principais contraculturas mundiais.

Obrigatório. Assim o livro é classificado por quem conhece bem o hip-hop, rappers, disque-joqueis, dançarinos, graffiteiros, jornalistas e críticos literários. Como um “guia introdutório” a uma das principais culturas populares do planeta, “O Hip-Hop Está Morto!” está longe de ser umacartilha e traz ainda elementos novos e adicionais a uma das mais importantes manifestações culturais do Brasil.

A obra contempla o leitor com 28 fotos em preto e branco de figuras emblemáticas como Sérgio Vaz (Cooperifa), Nelson Triunfo, Rapin Hood, Thaíde, Renan Inquérito, Rubia RPW, DJ KLJay e MV Bill, quesão, inclusive, transformados em personagens. Também há uma homenagem aos falecidos Dina Di e Sabotage.

Encantador sem ser piegas, “O Hip-Hop Está Morto!” é um romance ousado, ficção e realidade misturam-se e o livro é capaz de atrair diversos leitores pela simplicidade narrativa e riqueza histórica, que apropria-se de uma citação bastante usada e que, como descreve na contra-capa o rapper e também escritor Renan Inquérito: “Toni C. espalhou essa notícia só para ver quem vai chorar, quem vai sorrir. O título é o grande paradoxo desse romance, um livro vivo, para ser lido na véspera do amanhã. Mas, afinal, o que é o Hip-Hop?” Quer saber? Leia. “O Hip-Hop Está Morto!” A História do hip-hop no Brasil de Toni C..

Sobre o autor

Toni C. é uma das pessoas mais influentes da cultura brasileira segundo o prêmio Tuxauá 2010. Conhecido como um artista multimídia, ele é pesquisador, cineasta, DJ e agitador cultural. Dirigiu o documentário “É Tudo Nosso ! O Hip-Hop Fazendo História” e organizou os livros “Hip-Hop a Lápis” e “Literatura do Oprimido”. É editor do recém lançado livro de poesias “#PoucasPalavras”.

É também membro fundador da Nação Hip-Hop Brasil e curador do Sarau no Centro Cultural CPFL. Ministra oficinas literárias que se materializaram no livro “Um Sonho de Periferia” em parceria com a Orpas.

Trabalha como editor audiovisual da TV  Vermelho e é pesquisador do programa Estação Periferia – TV Brasil, além de colaborador do portal RAP Nacional.

Entre os prêmios recebidos estão o Cooperifa, Menção Honrosa pela Câmara de Marília – SP, considerado uma das 50 pessoas mais influentes na cultura brasileira pela Escola Viva em 2009 através do Ministério da Cultura foi ainda congratulado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul com a medalha comemorativa da 53ª Legislatura do Estado (2011).
Serviço – Mais informações sobre o romance “O Hip-Hop Está Morto”e os lançamentospodem ser encontradas no site http://www.literarua.com.br/morto/

Lançamentos

01/03/2012 (quinta-feira) 19:00
Lançamento do livro em São Caetano
"Centro de Referência da Juventude – Estação Jovem centro São Caetano - ABC.

03/03/2012 (sábado) 17:00
Lançamento na Casa da Preta
Rua Inácio Pereira da Rocha, 293. Vila Madalena.

05/03/2012 (segunda-feira) 21:00
Sarau do Binho
Rua Dr. Avelino Lemos Jr., 60. Campo Limpo, Zona Sul.

06/03/2012 (terça-feira) 19:00
Sarau Suburbano - Livraria Suburbano
Rua 13 de Maio, 70 2ª andar Bixiga SP.

07/03/2012 (quarta-feira) 21:00 h
Sarau Cooperifa
Rua Bartolomeu dos Santos, 797, Chácara Santana, Zona Sul

08/03/2012 (quinta-feira) 20:00
Sarau Elo da Corrente
Bar do Santista - Rua Jurubim, 788-A Pirituba, Zona Oeste.

09/03/2012 (sexta-feira) 19:00
Ação Educativa
Rua General Jardim, 660 Vila Buarque

10/03/2012 (sábado) 15:00
1º Encontro de Hip-Hop do Interior - Tupã
Ginásio Poliesportivo da Cidade de Tupã. 

12/3/2012 (segunda) 20:00
EPS - Encontro de Pensadores Sociais
Centro Paula Souza/ETEC Zona Sul CEU - Capão Redondo. 

15/03/2012 (quinta-feira) 20:00 h
Sarau Vila Fundão
Rua Glenn, s/n. Travessa da Av. Sabim. Capão Redondo, Zona Sul.

16/03/2012 (sexta-feira) 19:30
Sarau LITERATURANOSSA
Rua Bandeirantes, 606. Jardim Revista. Suzano

17/03/2012 (sábado) 13:00 as 17:00
Lançamento do livro no RJ
Livraria Kitabú - Lapa - RJ - Rua Joaquim Silva, 17 Lapa.

31/03/2012 (sábado) 15:00 h
Hip-Hop em Ação - Casa do Hip-Hop de Diadema
Rua 24 de Maio, 38, Jd Canhema, Diadema.

Jéssica Balbino
Jornalista
Assessoria Hip-Hop

 
Criado em 21 Fevereiro 2012 Escrito por Administrator
Lançamentos» Categoria: livros
Publicado em 21 Fevereiro 2012 Acessos: 189
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Com 54 escritores, a antologia organizada por Rodrigo Ciríaco será lançada no próximo sábado Compartilhar a paixão pela literatura. Esse foi o primeiro objetivo do projeto Literatura (é) possível, criado em 2006 pelo educador e escritor Rodrigo Ciríaco, numa escola pública da zona leste da periferia de São Paulo. Pode-se dizer que o trabalho está dando certo. Em 2009 surgem Os Mesquiteiros, coletivo cultural formado por jovens e adolescentes da comunidade do Jardim Verônia (Ermelino Matarazzo) que fortalecem e dão nova dinâmica ao projeto. E agora em 2012, entre saraus, encontros literários, espetáculos teatrais e a criação de um selo literário, surge então a primeira antologia do Sarau dos Mesquiteiros: “Pode pá que é nóis que tá”. A expressão cotidiana dá título a obra de poesia e prosa que reúne 54 autores, sendo 30 homens – sete nunca publicados – e 24 mulheres – 16 nunca publicadas.   Com o projeto gráfico feito por Silvana Martins (Sarau da Ademar), a obra é viabilizada com recursos do programa VAI e contempla não somente o livro, como oficinas de literatura e teatro, bem como o recém-lançado livro de contos, o “100 mágoas” do autor e criador do projeto, Rodrigo Ciríaco. O livro chega então dividido em quatro capítulos que trazem, expressamente, títulos de canções do rap nacional como “Antigamente Quilombos, Hoje Periferia”, do grupo Z´África Brasil. “Ainda Há Tempo”, do Criolo. “Vida Loka”, dos Racionais MCs e “Fogo no Pavio”, do rapper e também poeta GOG.“Além de acreditar que os títulos tem uma relação com o conteúdo de cada capítulo, foi uma maneira de homenagear e lembrar a cultura hip-hop e a sua importância para o movimento de literatura marginal – periférica”, destaca Ciríaco.A miscelânea de estilos e autores fica por conta da diversidade, onde os estreantes, hoje com 12 ou 13 anos de idade encontram-se com já consagrados autores, com até 20 anos de estrada. “Pode Pá que é Nóis que Tá” é uma obra única por isso. “Respeitamos a caminhada, a história de todos, por isso, ao invés de destacá-los por suas histórias, destacamo-los por seus contos, seus poemas. Por seu trabalho literário. Aqui, isso é o que conta, o que importa. E todos são igualmente importantes. Pois todos escrevem a literatura possível. todos mostram que a literatura é possível”, enfatiza o idealizador.Desta forma, o livro é também uma referência para se trabalhar em escolas, associações e saraus que apresentam a diversidade literária, se transformando num multiplicador do projeto Literatura (é) Possível. Serviço -  O lançamento do livro acontece no próximo sábado – 25 de fevereiro – das 17h às 20h no Sarau dos Mesquiteiros na Escola Estadual Franco Mesquita, localizada a rua Venceslau Guimarães, 581, Ermelino Matarazzo.Mais informações podem ser obtidas nos sites www.mesquiteiros.blogspot.com e www.efeito-colateral.blogspot.com
 
Criado em 19 Dezembro 2011 Escrito por Administrator
Lançamentos» Categoria: livros
Publicado em 19 Dezembro 2011 Acessos: 497
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Este é um livro de ficção com drama verdadeiro. Neste romance de estreia de Toni C., o leitor terá contato de maneira quase autobiográfica com o Hip-Hop!
A pré-venda do livro O Hip-Hop Está Morto! - A História do Hip-Hop no Brasil é feita exclusivamente no site www.literaRUA.com.br.

Narrado em terceira pessoa, com uma linguagem informal e com o ritmo de um bom Rap. A obra cumpre a tarefa de levar a história do movimento Hip-Hop no Brasil e suas influências internacionais ao público em geral. 

O texto traz elementos adicionais até para os mais aficionados. Mas também é um excelente “guia introdutório” para quem quer descobrir mais sobre esta cultura.

Leia mais: Livro: O Hip-Hop Está Morto! tem pré-venda pela internet
 
Criado em 23 Novembro 2011 Escrito por Administrator
Lançamentos» Categoria: livros
Publicado em 23 Novembro 2011 Acessos: 486
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poucas palavras
#PoucasPalavras é o nome do primeiro livro do MC, compositor,
poeta e geógrafo Renan Inquérito

“Se a história é nossa, deixa que ‘nóis’ escreve (...). Poucas Palavras é mais um capítulo na história do hip-hop brasileiro. Retalhos de uma cultura efervescente, é mais uma obra da literatura considerada divergente, periférica, marginal. Curto, disparado e com efeito, passeia por trechos de músicas, pequenas frases, poesias concretas e poemas inéditos do MC, compositor, poeta e geógrafo Renan Inquérito.

A obra com 156 páginas é o resumo de uma carreira musical de mais de 10 anos e de uma vida inteira como poeta. Assim, em #PoucasPalavras. A hashtag em alusão ao twitter remete o leitor a estes ‘tempos modernos’, de nanotecnologia e como diz o autor: “onde tudo é diminuído, compactado. Das músicas, ao orgulho”.

Leia mais: Ação inédita marca lançamento do livro de poesias de Renan Inquérito
 
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